O candidato do DEM à Prefeitura de Salvador (BA), ACM Neto, venceu o segundo turno das eleições neste domingo (28) e é o novo prefeito da capital. Ele teve 53,51% dos votos (717.865 votos), contra 46,49% (623.734 votos) de seu opositor Nelson Pelegrino (PT).
Os votos brancos somaram 2,48% (36.579 votos), e os nulos, 6,66% (98.353). Do total da população apta a votar, 21,53% não compareceram às urnas.
Os dois candidatos chegaram ao segundo turno praticamente empatados. ACM Neto liderou a disputa com 40,17% dos votos válidos, e Pelegrino, logo atrás, alcançou 39,73% dos votos válidos.
Uma semana antes das eleições deste domingo, no dia 19 de outubro, a pesquisa Ibope já indicava a vitória do candidato do DEM com 54% dos votos válidos. Pelegrino alcançava 46% dos votos válidos.
A campanha na capital baiana foi marcada por uma polêmica entre o candidato do partido Democratas e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apoiador de Pelegrino. Em comício em Salvador, Lula fez referência a um vídeo, de 2005, no qual ACM Neto afirmou que daria uma surra no então presidente.
As imagens foram usadas diversas vezes nas propagandas de rádio e TV da campanha petista, até a Justiça Eleitoral proibir a exibição, no dia 18 de setembro. Neto afirmou que a fala estava relacionada à suspeita de que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) estava monitorando sua família, por ele ser membro da CPI dos Correios.
No segundo turno, novas polêmicas envolvendo governo e oposição. No palanque do petista, a presidente Dilma Rousseff disse que o seu governo do PT é “do bem. Não gosta de perseguição e vingança”. Disse ainda que os antigos governos na Bahia eram “feitos para os ricos”, alfinetando o opositor ACM Neto.
Em resposta, durante um debate, o candidato do DEM disse que a cidade “é capaz de andar com as próprias pernas” e que “um prefeito competente” não ficaria desamparado com o governo do Estado e o governo federal nas mãos de outro partido.
ACM Neto enfrentará na cidade problemas como engarrafamentos, lixo nas ruas, enchentes e falta de moradias.
Perfil
ACM Neto é neto do ex-senador Antônio Carlos Magalhães, morto em 2007. Foi eleito deputado federal em 2002, reeleito em 2006. É líder da bancada do seu partido na Câmara.
Os votos brancos somaram 2,48% (36.579 votos), e os nulos, 6,66% (98.353). Do total da população apta a votar, 21,53% não compareceram às urnas.
Os dois candidatos chegaram ao segundo turno praticamente empatados. ACM Neto liderou a disputa com 40,17% dos votos válidos, e Pelegrino, logo atrás, alcançou 39,73% dos votos válidos.
Uma semana antes das eleições deste domingo, no dia 19 de outubro, a pesquisa Ibope já indicava a vitória do candidato do DEM com 54% dos votos válidos. Pelegrino alcançava 46% dos votos válidos.
A campanha na capital baiana foi marcada por uma polêmica entre o candidato do partido Democratas e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apoiador de Pelegrino. Em comício em Salvador, Lula fez referência a um vídeo, de 2005, no qual ACM Neto afirmou que daria uma surra no então presidente.
As imagens foram usadas diversas vezes nas propagandas de rádio e TV da campanha petista, até a Justiça Eleitoral proibir a exibição, no dia 18 de setembro. Neto afirmou que a fala estava relacionada à suspeita de que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) estava monitorando sua família, por ele ser membro da CPI dos Correios.
No segundo turno, novas polêmicas envolvendo governo e oposição. No palanque do petista, a presidente Dilma Rousseff disse que o seu governo do PT é “do bem. Não gosta de perseguição e vingança”. Disse ainda que os antigos governos na Bahia eram “feitos para os ricos”, alfinetando o opositor ACM Neto.
Em resposta, durante um debate, o candidato do DEM disse que a cidade “é capaz de andar com as próprias pernas” e que “um prefeito competente” não ficaria desamparado com o governo do Estado e o governo federal nas mãos de outro partido.
ACM Neto enfrentará na cidade problemas como engarrafamentos, lixo nas ruas, enchentes e falta de moradias.
Perfil
ACM Neto é neto do ex-senador Antônio Carlos Magalhães, morto em 2007. Foi eleito deputado federal em 2002, reeleito em 2006. É líder da bancada do seu partido na Câmara.
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