AS Mídias não morrem nunca


AS Mídias não morrem nunca





À esquerda, Adailton Santana - Radialista com Fellipe Pereira - Repórter TV




Estamos na época mais conturbada e difícil que se pode vivenciar na história da humanidade, quando se tem impedidos seus direitos básicos de ir e vir e ao tempo em que mesmo confinado socialmente nos sentimos como presos em meio a rígidas regras a serem seguidas, entre outros impedimentos.





No entanto, as mídias ao tempo em que se proliferam as fakenews e informações sensacionalistas, mostram por vezes as realidade enfrentadas por todos de um modo em geral, por conta da Pandemia do conavírus (mal do momento). Este é sem dúvidas, uma época que nos trás a ideia e a consolidação que as mídias não morrem.





Seja com a TV, Rádio, Internet e outros meios de comunicação, até mesmo para as vendas e comunicados mesmo que restritos a tantos empecilhos, as mídias tem sido fortes aliados neste momento.





Contudo, o uso dessas ferramentas de comunicação pelo criminosos a fim de coletar dados de pessoas e aplicar golpes tem se proliferado cada vez mais.





Lembro que a televisão começou em 1950 no Brasil, mais precisamente na cidade de São Paulo (SP). Lá, bastaram seis anos para que a TV ultrapassasse o rádio em faturamento. E, além do dinheiro, a televisão rapidamente roubou audiência, programas e talentos do rádio. Por tudo isso, muitos afirmaram que o rádio não resistiria a tantas perdas e morreria. Mas eles estavam enganados. Passados 70 anos, o rádio não apenas sobreviveu, não só a televisão que hoje é quem vê a sua audiência despencar cada vez mais por conta da internet, como se vê, o rádio renovou em todos os sentidos no campo das mídias.





Foi no ano de 1995 que começou no Brasil a Internet comercial. É certo que ela revolucionou a produção, a distribuição e o consumo de conteúdo, mas, passado quase um quarto de século, a web ainda não foi capaz de ultrapassar a TV em termos de investimento publicitário e de audiência. Pelo contrário: muitos dos principais portais e redes sociais conseguem sucesso graças às atrações da TV.






Esses fatos comprovam que:





  1. Mídias não morrem. Mídias se complementam. Cada uma delas atende a demandas específicas em momentos e locais igualmente específicos;
  2. Vivemos o tempo do e, não do ou. Estamos em uma sociedade de consumo e, nela, a palavra de ordem é acúmulo. Isso vale para tudo, inclusive informação e entretenimento. Quanto mais opções nos oferecerem, mais consumiremos. Nosso cotidiano caótico comprova isso;
  3. Para que uma mídia morresse, não bastaria ser atacada: ela precisaria não reagir. E isso é impossível, afinal, inércia é algo que passa longe do setor de comunicação. Nunca surgiram tantas novidades em todos os meios.




Mídias não morrem. O que morrem são aparelhos antigos e métodos ultrapassados. Por exemplo: não fazer rádio da mesma forma como se fazia há 70 anos atrás não significa que o meio acabou. Significa apenas que ele se renovou. E este é justamente o segredo da sua eternidade.





Artigo de Adailton Santana. Radialista profissional, especialista em Rádio e publicidade nas mídias sociais, agenciador de publicidade.





Fonte: Portal Casa Nova


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